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Chorar faz bem!

Hoje acordei assim,triste,com vontade de chorar,um choro incontrolavel,daqueles q não pede pemissão,esranho pq esta tudo dentro da normalidade,da minha normalidade pelo menos ( o q naum é de longe normal,mas…) mandei uma msg pro namorado,mandei uma msg no twitter pras minhas amigas,fui na praia,chorei aquele choro sem motivos e com todos os motivos do mundo e voltei melhor,como diz Martha,por dentro eu estava em pleno velorio de mim mesma,chorando minha miseria existencial,chorando por nada e por tudo! Acontece!

 

(…) Comecei a ficar mais atenta às verdadeiras razões dos meus choros, que, aliás, costumam ser raros. Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta. Qualquer coisa pode servir de motivo. Chorar porque fomos multados, porque a empregada não veio, porque o zíper arrebentou bem na hora de sairmos pra festa. Que festa, cara-pálida? Por dentro, estamos em pleno velório de nós mesmos, chorando nossa miséria existencial, isso sim. Não pretendo soar melodramática, mas é que tem dias em que a gente inventa de se investigar, de lembrar dos sonhos da adolescência, de questionar nossas escolhas, e descobre que muita coisa deu certo, e outras não. Resolve pesar na balança o que foi privilegiado e o que foi descartado, e sente saudades do que descartou. Normal, normalíssimo. São aqueles momentos em que estamos nublados, um pouco mais sensíveis do que gostaríamos, constatando a passagem do tempo. Então a gente se pergunta: o que é que estou fazendo da minha vida? Vá que tudo isso passe pela sua cabeça enquanto você está trabalhando no computador. De repente, a conexão cai, e em vez de desabafar com um simples palavrão, você faz o quê? Cai no berreiro. Evidente. Eu sorrio muito mais do que choro, razões não me faltam para ser alegre, mas chorar faz bem, dizem. Eu não gosto. Meu rosto fica inchado e o alívio prometido não vem. Em público, então, sinto a maior vergonha, é como se estivesse sendo pega em flagrante delito. O delito de estar emocionada. Mas emocionar-se não é uma felicidade? Neste admirável mundo de contradições em que a gente vive, podemos até não gostar de chorar, mas trata-se apenas da nossa humanidade se manifestando: a conexão do computador, às vezes, cai; por outro lado, a conexão conosco mesmo, às vezes, se dá. Sendo assim, sou obrigada a reconhecer: chorar faz bem, não importa o álibi. É sempre a dor do crescimento.

O amor que a vida traz

“Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais nem imaginava ter tanto fôlego.”

Esse texto ja esteve aqui no blog,eu gosto dele,mas nunca pensei q fosse viver ele,eu sempre disse para todos os meus amigos q morreria solteira,não sou uma pessoa facil de se conviver,não sou nada facil,não sou muito de falar,gosto de escutar,amo escrever,mas falar nunca foi o meu forte…e quando algo me aborrece ou passo o dia todo de mal humor ariculando tudo que gostaria de dizer e o q me deixou de mal humor,e triste,e com raiva,ou se me deixar com muita raiva,jogo tudo pra fora e é sempre maus,pq falo coisa q as vezes me arrependo e depois não é facil concertar pq eu sou a criatura mais orgulhosa q eu conheço.

Depois do começo onde todos os defeitos são suportaveis,vem o durantes,onde precisamos não mudar,mas moldar a nos mesmo e a pessoa q esta ao nosso lado,vem a adaptação,temos que nos adptar ao jeito do outro,aos defeitos e costumes,prinipalmente quando a relação evolui rapido de mais,eu tenho vivido esse texto de uma forma extraordinaria…

Você gostaria de ter um amor que fosse estável, divertido e fácil. O objeto desse amor nem precisaria ser muito bonito, nem rico. Uma pessoa bacana, que te adorasse e fosse parceira já estaria mais do que bom. Você quer um amor assim. É pedir muito? Ora, você está sendo até modesto.

O problema é que todos imaginam um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos. Ao analisar o currículo do candidato, alguns itens de fábrica não podem faltar. O seu amor tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja pra assistir em casa, no DVD. E seria bom que gostasse dos seus amigos. E precisa ter um objetivo na vida. Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é? Ninguém está pedindo um piloto de Fórmula 1 ou uma capa da Playboy. Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.

Aí a vida bate à sua porta e entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria. Será que se enganou de endereço? Não. Está tudo certinho, confira o protocolo. Esse é o amor que lhe cabe. É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, pode passar adiante, faça o que quiser. A entrega está feita, assine aqui, adeus.

E agora está você aí, com esse amor que não estava nos planos. Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada um amor idealizado. E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico e em êxtase. Tudo diferente do que você um dia supôs, um amor que te perturba e te exige, que não aceita as regras que você estipulou. Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais nem imaginava ter tanto fôlego. Um amor errado como aqueles que dizem que devemos aproveitar enquanto não encontramos o certo, e o certo era aquele outro que você havia solicitado, mas a vida, que é péssima em atender pedidos, lhe trouxe esse e conforme-se, saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense, esse amor que você desconfia que não lhe pertence. Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu. Olhe pra você vivendo esse amor a granel, esse amor escarcéu, não era bem isso que você desejava, mas é o amor que lhe foi destinado, o amor que começou por telefone, o amor que começou pela Internet, que esbarrou em você no elevador, o amor que era pra não vingar e virou compromisso, olha você tendo que explicar o que não se explica, você nunca havia se dado conta de que amor não se pede, não se especifica, não se experimenta em loja – ah, este me serviu direitinho!

Aquele amor corretinho por você tão sonhado vai parar na porta de alguém que despreza amores corretos, repare em como a vida é astuciosa. Assim são as entregas de amor, todas como se viessem num caminhão da sorte, uma promoção de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado. Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns! Agradeça e aproveite o que lhe foi entregue por sorteio.

Têm dias que acordamos assim…permitam-se!

“Se eu disse pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que normalmente faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho colocar uma roupa, ir pro computador, sair para compras e reuniões – se eu disse que foi assim, o que você me diz?
Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem para sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer para eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela pessoa que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alergia, é um registro da nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito mais séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou com si mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago de razão/ eu ando tão down …”. Lembra da música? Cazuza ainda dizia lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreende-la, e sim para disfarça-la, sufoca-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar o seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem esta calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinicius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais dor – até que venha a próxima, normais que somos.

E o que é que ela vê nele?

Nossos amigos se interrogam sobre nossas escolhas, e nós fazemos o mesmo em relação às escolhas deles. O que é, caramba, que aquele Fulano tem de especial? E qual será o encanto secreto da Beltrana?

Vou contar o que ela vê nele: ela vê tudo o que não conseguiu ver no próprio pai, ela vê uma serenidade rara e isso é mais importante do que o Porsche que ele não tem, ela vê que ele se emociona com pequenos gestos e se revolta com injustiças, ela vê uma pinta no ombro esquerdo que estranhamente ninguém repara, ela vê que ele faz tudo para que ela fique contente, ela vê que os olhos dele franzem na hora de ler um livro e mesmo assim o teimoso não procura um oftalmologista, ela vê que ele erra, mas quando acerta, acerta em cheio, que ele parece um lorde numa mesa de restaurante mas é desajeitado pra se vestir, ela vê que ele não dá a mínima para comportamentos padrões, ela vê que ele é um sonhador incorrigível, ela o vê chorando, ela o vê nu, ela o vê no que ele tem de invisível para todos os outros.

Agora vou contar o que ele vê nela: ele vê, sim, que o corpo dela não é nem de longe parecido com o da Daniella Cicarelli, mas vê que ela tem uma coxa roliça e uma boca que sorri mais para um lado do que para o outro, e vê que ela, do jeito que é, preenche todas as suas carências do passado, e vê que ela precisa dele e isso o faz sentir importante, e vê que ela até hoje não aprendeu a fazer um rabo-de-cavalo decente, mas faz um cafuné que deveria ser patenteado, e vê que ela boceja só de pensar na palavra bocejo e que faz parecer que é sempre primavera, de tanto que gosta de flores em casa, e ele vê que ela é tão insegura quanto ele e é humana como todos, vê que ela é livre e poderia estar com qualquer outra pessoa, mas é ao seu lado que está, e vê que ela se preocupa quando ele chega tarde e não se preocupa se ele não diz que a ama de 10 em 10 minutos, e por isso ele a ama mesmo que ninguém entenda.

Eita que eu amo essa mulher e tudo que ela escreve!!

Acho que tenho esse filme e nunca assistir,vou ver!!!

TERAPIA DO AMOR

O filme Terapia do amor conta a história de uma mulher de 37 anos que se envolve com um garotão de 23, e a coisa funciona às maravilhas, é claro, porque um homem e uma mulher a fim um do outro é sempre uma combinação explosiva, não importa a idade. Mas como em todo conto de fadas que se preze, há a bruxa, no caso a mãe do guri, que não gosta nadinha da idéia, mesmo sendo uma psicanalista de cabeça feita – aliás, psicanalista da própria nora, descobre ela tarde demais. Desse “triângulo” surgem as tiradas engraçadas (Meryl Streep dando show, como sempre) e também a partezinha do filme que faz pensar.

Pensei. Mas não na questão da diferença de idade, tão comum nas relações atuais. Se antes era natural homens mais velhos se relacionarem com ninfetas, agora as mais maduras (não existe mulher velha antes dos cem) se relacionam com caras mais jovens e está tudo certo, até porque eles também tiram proveito. A troco de que gastar energia com uma garotinha cheia de inseguranças? Mais vale uma quarentona que perdeu a chatice natural de toda mulher e se tornou serena, independente,autoconfiante e bem-humorada. São mais relaxadas, garantem o próprio sustento e não perdem tempo fazendo drama à-toa. Qual o homem que não vai querer uma mulher assim? Se você acha que este parágrafo foi uma defesa em causa própria e a de todo o mulherio que não tem mais vinte anos, parabéns, pegue seu brinde na saída.

Sem brincadeira: o mais interessante do filme, a meu ver, foi mostrar que é difícil viver um relacionamento sabendo que ele vai terminar ali adiante, mas que, mesmo assim, vale a pena, nunca será um tempo perdido. Fomos todos criados para o “pra sempre”, como se o objetivo de todos os casais ainda fosse o de constituir família.

Quando é, convém pensar a longo prazo. Só que hoje muitas pessoas se relacionam sem nenhum outro objetivo que não seja o de estar feliz naquele exato momento, mesmo sabendo que as diferenças de religião, idade, condição social ou ideologia poderão encurtar a história (poderão, não quer dizer que irão). Há cada vez menos iludidos.

Poucos são aqueles que atravessam uma vida tendo um único amor, então, vale o que está sendo vivido, o momento presente. “Dar certo” não está mais relacionado ao ponto de chegada, mas ao durante.

A personagem de Meryl Streep, depois de ter todos os chiliques normais de uma mãe que acha que o filhote está perdendo em vez de estar ganhando com a experiência,organizar melhor seus pensamentos e diz, ao final do filme, uma coisa que pode parecer fria para ouvidos mais sensíveis, mas é um convite a cair na real: “Podemos amar, aprender muito com esse amor e partir pra outra”. O compromisso com a eternidade é opcional e ninguém merece ser chamado de frívolo por não fazer planos de aposentar-se juntos.

Já escrevi sobre isso em outras ocasiões e sempre acham que estou descrevendo o apocalipse. Ao contrário, triste é passar a vida falando mal do casamento,estando casado e colecionando casos extraconjugais e mentiras dolorosas. Melhor legitimar os amores mais leves, menos fóbicos, comprometidos com os sentimentos e não com as convenções. Esses serão os melhores amores, que poderão, quem sabe, até durar para sempre, o que será uma agradável surpresa, jamais uma condenação.

“LIGAÇÕES PERIGOSAS “

Qual é o símbolo do amor? Um coração? Um anjinho munido de arco e flecha?
Errou. É o telefone.

A resposta está longe de ser romântica, mas reflita comigo: nada nos deixa mais radiantes do que a providencial invenção de Graham Bell. Quando toca, bem entendido. Quando não toca, é o castigo do inferno. Se alguém quer ver você irritada, apreensiva e dependente é só colocá-la ao lado de um telefone mudo. Ele disse que ia ligar e nada. A cada trimmm você salta do sofá e atende com um alô esperançoso, mas não é pra você. É pra sua mãe. Pro seu irmão. Pra empregada. É um recado para um vizinho. Alô, alô, alô! Caiu a ligação.

O telefone é o depositário das nossas angústias e fantasias. Em torno dele são montadas estratégias de guerra. Ligo ou não ligo? Se ligar, parece que estou dando mole. Se não ligar, parece que estou desinteressada. E se atender outra garota? E se eu ligar bem na hora do jogo que decide o campeonato? E se ele não lembrar de mim? Ana? Que Ana?

Só tem uma coisa pior do que sair com um cara e ele não pedir o número do
seu telefone: é ele pedir e não usar. Você sofre quando fica em casa e a
chamada não vem. Sofre quando sai de casa porque ele pode ligar quando
você estiver fora. E arranca os cabelos quando volta para casa e sua irmã
mais nova, com aquele ar de quem acaba de puxar o seu tapete, diz: “Ligaram
pra você. Voz de homem. Não entendi direito o nome. Pediu pra você ligar mas
eu fiquei com preguiça de buscar uma caneta para anotar o número.” Você
reluta entre cometer um assassinato e comprar um celular.

Ninguém tem tanto poder de nos enlouquecer como um telefone. Ele toca,
você atende e ninguém responde do outro lado. Ou ele toca bem na hora
que seu namorado disse que iria ligar, mas não é ele, é um cliente do seu
pai que fica 47 minutos pendurado, tratando de negócios. Ou ele toca
naquele sábado à noite que você não tem nada para fazer e do outro lado
da linha está justamente o cara dos seus sonhos, mas você está no
banheiro
e sua mãe faz a gentileza de contar para o rapaz, enquanto ele espera,
os detalhes sobre sua fascinante prisão de ventre. É ou não é um
complô?

Telefone é bom para bater papo com as amigas, para combinar uma festa,
para chamar um encanador, para pedir uma pizza.
Telefone é bom quando
você é casada e sabe que o fato de seu marido não ligar não significa que
tenha fugido com a Luana Piovani. Mas se você está começando ou terminando
um namoro, o telefone vira o centro do universo. Tocando, está tudo bem.
Não tocando, seu amor pode estar por um fio.”

(Quem foi mesmo que escreveu esse texto,Martha Medeiros ou eu???)

Eu ia colocar um texto aqui muuuuito bom de Martha medeiros…ligações perigosas,mas deixa quieto por enquanto…mas pra frente coloco…esses dois textos são dela tb e são muitoooo bons,vale a pena ler!

Vc passou o ano sorridente, bem humorado e sensato porque não esperavam outra coisa de vc.
Pois agora é um bom momento para tomar umas atitudes sem o amparo da razão.
Porque?
Vc sabe porque.
Compre uma roupa vermelha, alugue uma moto por um dia, telefone para alguém e declare-se apaixonado, mergulhe na obra de Shakespeare, pegue um ônibus e desça na última parada, compre um disco de um cantor q nunca ouviu falar, comece a praticar ioga, doe metade dos seus livros, faça uma tatuagem.
Porque? Porque sim…. Um exercício de desprendimento: Fazer as coisas atendendo a um impulso e apenas a ele.
Porque?
Porque às vezes é bom a gente mostrar para si mesmo quem é que está no comando. ”

“Não tenho culpa se meus dias têm nascido completamente coloridos. Simplesmente quando acordo decido que quero ser feliz,
mas alguns ainda cismam em querer borrar minhas cores. Muito menos tenho culpa se o meu sorriso é verdadeiro, espontâneo e acontece por motivos bobos, mas especiais para mim.
Não tenho culpa se meus passos nem sempre são firmes. Eu não sou perfeita. Eu tropeço e caio de vez em quando, na verdade, caio bastante e isso não me machuca. Tenho certeza que a cada tombo eu consigo levantar sempre mais forte do que antes.
Meus olhos tem tido um brilho bem mudado ultimamente. – E se têm! – Eles brilham diferente e intensamente a cada dia.
Tenho bastante lápis de cor e várias pessoas com bastante deles também com quem pintar juntos. Pra quem quiser pintar um pouco mais de alegria na vida, empresto mais que prontamente os meus, basta me chamar e vou ao seu encontro! Empresto. Mas, por favor, Não tentem borrar os meus dias. Eles já estão ótimos pintados da cor que estão…”